Mostrando postagens com marcador Fantasia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Fantasia. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 30 de abril de 2020

A enfermeira e o policial

Ela bateu de leve na porta e percebeu que estava só encostada.

- Com licença. É a enfermeira que o senhor solicitou. Posso entrar?
- Pode sim. Pode vir até aqui no quarto, por favor.

Ela entrou, fechou a porta de entrada. Não foi difícil localizar o tal quarto, pois logo visualizou o quarto, cuja porta estava aberta e dava para ver o homem deitado sobre a cama, usando apenas uma cueca samba canção de seda, de muito bom gosto, ela pensou.

- Em que posso lhe ser útil? - Ela perguntou.
- São meus olhos - ela já havia deduzido, visto que o homem estava vendado. O que ela achou que veio bem a calhar, pois assim pôde correr os olhos por todo o corpo dele. Um corpo na medida certa, daqueles que exceto pelo peitoral mais avantajado, e os bíceps fortes, não se diria que fosse um frequentador de academias.
- O senhor pode vir mais para a borda da cama para que eu possa examinar melhor?
- Pode subir na cama e vir até aqui...
- Não seria profissional, senhor.
- Tudo bem, então.

A proporção que ele se movia para chegar ao ponto adequado, ela ia observando cada contração muscular, inclusive olhar com mais atenção para o volume dentro da cueca. "Bendita venda" ela pensou.

Quando ele se acomodou no ponto e na posição adequada, tirou a venda e ela aproximou o rosto do dele para observar os olhos. 

- O que o senhor sente, exatamente?
- E uma ardência sabe? Mais para esse cantinho aqui... - ela se aproximou ainda mais, ficando praticamente deitada sobre o peito dele.
- E o senhor está conseguindo enxergar bem? 

Neste momento ele a olhou nos olhos profundamente e todo o desejo que ela vinha tentando disfarçar desde o momento em que entrou no quarto ficou perceptível. Um desejo que os olhos dele também expressavam. Até que ela não aguentou mais o o beijou.

Enquanto se beijavam as mãos exploravam o corpo um do outro. As dele passeando por peitos e bunda e a dela para dentro da cueca para sentir o pau dele terminar de crescer dentro do abraço da mão dela.

Até que quando ela menos esperava, ele passou a mão pela cintura e a ergueu do chão, tal como se fosse uma boneca, a jogou em cima da cama e se deitou sobre ela.

- Dona enfermeira, a senhora está presa por assediar o seu paciente - Nisso ele estendeu a mão e alcançou as algemas que estavam na mesinha de cabeceira e prendeu os pulsos dela na cabeceira da cama. - Mas enquanto a justiça não age, quem vai lhe punir serei eu - Disse mordendo-lhe o pescoço no limite da dor e o prazer.

Ele montou sobre o quadril dela e rasgou a frente do uniforme. Antes que ela conseguisse recuperar o fôlego para dizer qualquer coisa ele foi dizendo:
- Caladinha... Pela falta do sutiã já estou vendo que a senhora é muito safada... - Disse, logo em seguida abocando um seio e mamando com força enquanto ela se contorcia de prazer.

O corpo dela latejava com aquela pegada forte, viril. Trincava os dentes para não gritar... não de dor, mas de desejo pedindo por mais.

Depois de alguns instantes alternando entre um seio e outro, entre chupadas, lambidas e leves mordidas... ele foi descendo e terminou de rasgar todo o uniforme...

- Sem calcinha também? A senhora não é nada profissional, dona enfermeira.

Neste ponto ele conseguiu a mágica que raros homens conseguem, manter a pegada forte, sem machucar na hora de chupar uma boceta. A força ficava para as mãos que seguiam apertando a bunda, na habilidade de dar lambidas firmes no clitóris, mas de ser suave e delicado na hora de chupar. Essa alternância de firmeza e delicadeza a fez gozar mais de uma vez.

Quando ela já estava com as pernas tremendo, ele finalmente tirou a cueca e a penetrou com força. Ela prendeu a respiração para não gritar mais uma vez, ao se sentir completamente preenchida por aquela entrada perfeita. E assim ele seguiu com movimentos firmes e rápidos, eventualmente dando umas paradas profundas quando percebia que ela estava gozando mais uma vez. E assim seguiu, até que cansou...

Cansou daquela posição, por que o corpo dele ainda queria mais do corpo dela. E como ela ainda estava algemada, ele sentou-se entre os braços dela. E com os punhos ainda presos e cruzados nas costas dele, ela cavalgou, e cavalgou, e cavalgou até que ele gozou.

Passaram alguns minutos abraçados, corações se acalmando juntos. Até que ela falou:

- Tá mais agora como eu saio daqui? - Os dois riram. Ele se desenroscou dela.
- Vou ali buscar a chave...
- Precisava rasgar a minha fantasia? - Ela perguntou. Ele riu e respondeu:
- Me empolguei com o papel de policial malvado.
- Policial maravilhoso - disse o beijando, enquanto ele abria as algemas.
- A gente podia ter pensado em brincadeiras assim há mais tempo... Foi fantástico.
- Na próxima vez que a gente mandar as crianças para a casa da mamãe, você que vai pensar nos personagens.
- A senhora que manda, dona enfermeira, mulher da minha vida, melhor amante do mundo.
- Eu também te amo.