Eduardo ainda não estava acreditando que aquele mulherão havia dado bola para ele. Gostosa toda, casa dos quarenta anos, mas com tudo em cima. Areia demais para seu caminhãozinho de vinte cinco anos.
Ele havia saído com os amigos sem a menor pretensão de nada, só para tomar umas cervejas e rir das bobeiras características da idade. No entanto chegando lá, havia na mesa do lado um casal e a mulher chamava atenção pelo decote fabuloso. Como pode um cara ter um decote daquele à disposição e ficar mais interessado no próprio celular do que naqueles seios prestes a pular para fora da blusa?
Ela tinha uma expressão de tédio imensa e enquanto olhava o em torno acabou cruzando o olhar com o de Eduardo. Percebendo sua cara de bobo a apreciar seu decote, sorriu de uma forma tão erótica que o rapaz não sabia que era possível que um sorriso pudesse despertar desejos sexuais.
O homem que a acompanhava fez o pedido, e ambos comeram em silêncio. Felizmente o homem estava de costas para Eduardo e tão concentrado em seu celular não percebia os olhares que ela direcionava ao rapaz que já nem prestava mais atenção de que os amigos tanto riam.
Ela realmente sabia como provocar um homem... até deixar cair um pouco do molho no colo desnudo, só para poder olhar para o rapaz, sorrir, limpar o seio de forma provocante, mas absolutamente discreta, levar o dedo à boca e lambê-lo obviamente pensando em outra coisa. Eduardo estava nervoso, ao mesmo tempo em que excitava aquele jogo de sedução, apavorava a possibilidade do homem que a acompanhava perceber algo e haver uma cena.
Em determinado momento o homem levanta:
- Querida, vi aqui que preciso ir à delegacia urgente. Pague a conta com meu cartão e pode ficar com o carro. A viatura está vindo agora me buscar. Não me espere por que o negócio parece sério e não tenho ideia de que horas vou chegar - E entregou as chaves, o cartão de crédito, deu um beijo na testa e saiu apressado.
Eduardo paralisou. E agora? Teria ele coragem de se aproximar? O homem era polícia... valia o risco? Ela continuava a encará-lo descaradamente. Tão óbvio que os amigos de Eduardo perceberam e começaram a botar pilha, a desafiá-lo a chegar junto. Mas o rapaz bebia procurando encontrar a coragem no fundo do copo.
Ela pediu a conta e disse para o garçon trazer uma garrafa de vinho fechada, pois era para viagem. Pagou, levantou e ao passar pela mesa dos jovens, curvou-se provocante e sussurrou no ouvido do rapaz:
- Que tal vir comigo tomar essa garrafa de vinho na minha casa?
Eduardo congelou por alguns segundos absolutamente invadido pelo perfume dela, hipnotizado pelo par de seios na altura dos seus olhos, o hálito quente dela no seu ouvido...
Foda-se o polícia! Ele disse que não ia chegar tão cedo... Uma oportunidade dessas é de uma em um milhão.
No caminho para a casa dela, não trocaram uma palavra, um toque... nada! Apenas uma tensão sensual... parecia que o carro cheirava a sexo.
Assim que chegaram ela abriu a porta, entrou e o convidou com um olhar, sem uma palavra. Foi a cozinha, guardou a garrafa de vinho na geladeira. O rapaz ficou perdido... e a deixa do vinho? O que aquela mulher queria? O que ele deveria...
Não precisou completar a pergunta, pois na volta da cozinha ela já começou a tirar as peças de roupa enquanto caminhava para o quarto. Eduardo ainda estava besta como podia ser um cara tão sortudo assim!!! Perdido em sua admiração nem percebeu que ainda não havia se movido, até que ela, já completamente nua, olhou para trás e perguntou: “Você não vem?”
Eduardo nem sabia por onde começar a tirar as próprias roupas. Tamanho nervoso, ansiedade, tesão... tudo misturado, confuso. Deu até medo de decepcionar... e se não fosse capaz de satisfazer à altura?
E como se lesse os pensamentos dele, ela tomou as rédeas de tudo. Ajudou a tirar as últimas peças de roupas e quando ajoelhou para ajudar a passar as calças pelos pés ao levantar a cabeça já abocanhou o seu pênis.
Eduardo lutou para não gozar ali... Tinha que conseguir desfrutar mais daquele corpo fabuloso. Não precisou lutar muito, pois ela parou tudo para buscar uma camisinha na gaveta do criado mudo. E ainda sem dizer nada o vestiu e o conduziu para a cama. Ele imaginou que ela deitaria ao seu lado, mas em vez disso ela o montou e começou a se mover lentamente, como se ela quisesse examinar com a boceta, cada milímetro do seu pau. Depois deitou sobre ele e com um pouco mais de intensidade de força e velocidade ela mostrou a ele um rebolado que ele, na sua limitada experiência, ainda não havia visto. E finalmente ela sentou e cavalgou loucamente até gozar e sussurrar no ouvido e dizer “Pode gozar gostoso na minha boceta, agora.” E depois dessa realmente não havia como segurar.
Tudo intrigava Eduardo, mas o que mais o intrigou foi ao assisti-la gozar, percebeu que ela tinha o olhar fixo para o além... não fechou os olhos como a maioria das mulheres, mas também não olhou muito para ele.
Mas antes que pudesse concluir o pensamento, ou pensar em qualquer outra coisa, ele ouviu o barulho da porta de frente abrindo e a voz do marido dela falando ao telefone. Eduardo apavorou e correu para se vestir. Enquanto ela entrava no chuveiro cantarolando como se fosse uma manhã preguiçosa de domingo.
Essa mulher é louca, pensou. Vou morrer por causa dela!!!
Eduardo sussurrava um monte de perguntas, expressões, interjeições enquanto ela o olhava com um sorriso enigmático, quando o marido entrou no quarto e perguntou:
- O que está acontecendo aqui?
Eduardo congelou. Vou morrer!!! Não sabia o que fazer... quando o homem disse:
- Sai daqui menino. Minhas contas vou acertar com essa daí.
O rapaz nem pensou e saiu correndo e bateu a porta atrás de si.
Enquanto isso no quarto o homem já chupava loucamente a boceta recém-fodida da sua mulher. SUA mulher, pois sabia que aquela mulher era total e completamente sua.
O olhar perdido que o rapaz percebeu, na verdade não tinha nada de perdido, estava absolutamente direcionado. A verdade é que aquele gozo dela também havia sido dele, mesmo que não fosse o pau dele dentro dela, ele sabia que era nele que ela pensava. Era para ele que ela olhava, através da mini-câmera escondida na cabeceira da cama. Ela sabia que ele assistia tudo a distância e sabia que por mais que sentasse em mil paus, apenas aquele homem atrás da câmera que lhe possuia de verdade da forma mais louca e honesta que as pessoas “normais” jamais entenderiam
Pobre rapaz era apenas uma preliminar exótica do casal, mas pelo menos ele terá uma boa lembrança para punhetas futuras.